Ao entrar em casa, J, sentiu uma estranha presença. Acendeu as luzes e não se preocupou, mas assim que abriu a porta de seu banheiro, constatou não estar errado quanto a tal presença. Era uma suposta falta, uma triste e artificial dor. Lá estava F, seu braço pendia para fora do box, seu corpo, por completo, ensangüentado e seus cabelos ainda molhados do banho.
A identidade e a motivação do, macabro, assassino eram as únicas coisas que reinavam os pensamentos de J. Ele descobriria quem cometera tal ato, nem que aquilo lhe custasse seu último suspiro.

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